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Posts Tagged ‘Lula X FHC’

Artigo

Por Vanderlei de Oliveira, Vereador – PT

Os lances mais recentes da eleição nacional desenham um cenário intrigante. Esperava-se uma polarização programática. De um lado o PT, Dilma Rousseff e o Governo Lula, defendendo a ideia de uma expansão da ação estatal e o resgate econômico dos setores mais empobrecidos, do outro a plataforma histórica do bloco PSDB/DEM, com a redução da ação pública em favor da iniciativa privada, a retração do Estado e a desoneração da produção.

Esta polarização manifestaria a coerência de cada bloco em torno de propostas que defendeu e implementou no período histórico iniciado com a redemocratização do Brasil a partir da década de 1980. Curiosamente o candidato do bloco liberal, o tucano José Serra, em manifestações recentes à imprensa, adotou tom conciliador ao falar das políticas centrais do Governo Federal, apontando um processo confuso, do ponto de vista programático.

O que concluir disto? Creio que a falência, política, do DEM, gerou um vazio programático na direita. Este, somado aos astronômicos índices de aprovação das políticas do bloco de esquerda, capitaneado pelo PT, se abatem de forma devastadora sobre as reflexões e o futuro do bloco conservador. Embora o PSDB se propusesse, em sua fundação, social democrata, as alianças nos governos de FHC o fizeram abraçar e aplicar as reflexões privatizantes do DEM.

Os dirigentes de PSDB e DEM são homens e mulheres convencidos por um projeto que defende a colonização do espaço público pela iniciativa privada. Esta leitura discorda da posição majoritária do povo brasileiro. Discordar da maioria não constitui problema, é antes um direito sem o qual não existe democracia. O que me parece perigoso para o processo democrático é uma minoria adotar discursos dos quais discorda totalmente para se viabilizar nas disputas do poder. Cometem meus antagonistas, duas traições; uma contra si, ao pensar uma coisa e dizer outra, e uma contra o povo, quando dizem algo que não farão. A maior virtude da vida é a coerência, dizer o que pensa e fazer o que diz, é o mínimo que exijo dos meus amigos e dos adversários pessoais e políticos.

Publicado na Folha de Blumenau, em 18 de junho.

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Ricardo Berzoini, presidente do PT.

O Brasil começa o ano com reconhecimento da grande maioria da população brasileira e da comunidade internacional da competência com que o governo Lula enfrentou e superou os reflexos da crise econômica mundial iniciada em 2008. O espectro da turbulência ainda ronda inúmeras nações, mas aqui ainda há quem não dissimule a má vontade com a vitória que conseguimos, fechando 2009 com a criação de 1,4 milhão de empregos e a adoção de medidas que possibilitaram o Brasil retomar a trilha do crescimento sustentável.

Movida por motivos políticos-eleitorais, a oposição insiste em tapar o sol com a peneira e ofuscar, com o apoio de segmentos da mídia, a imagem do governo com factoides. Não apresenta nenhuma proposta concreta ao projeto em curso desde 2003. Às vésperas da campanha presidencial de 2010, o debate tem sido pobre e ainda inoculado de preconceitos que se julgavam superados.

Continua a bandinha da neoUDN, cujos acordes soam ao sabor da repercussão midiática de suas ações. No ano passado, tentou espalhar o pânico em torno da gripe suína, vencida pela ação eficaz do Ministério da Saúde. Criou-se uma CPI da Petrobras sem fato determinado; tentou-se surfar em declarações da ex-secretária da Receita Federal. Denúncias vazias que não resultam em nenhum avanço institucional.

Em contraste, os êxitos do governo do PT e aliados. De 2003 para cá, a significativa mudança social e econômica do país não surgiu por milagre.
Com responsabilidade, usando fundamentos econômicos inovadores que romperam com a lógica neoliberal do governo FHC, fizemos mudanças graduais, sem sobressaltos, resultando num quadro que elevou o Brasil a um novo patamar.

Na era FHC, a meta única era o combate à inflação, com as dívidas interna e externa subindo e a credibilidade caindo. Faltava infraestrutura, que limitava o crescimento econômico. Quase tudo dependia de fora, inclusive do FMI, do qual agora o Brasil é credor. O governo Lula manteve o combate e logrou uma taxa de inflação menor, mas ampliou a abrangência da política econômica e monetária. Abriram-se novos mercados para nossas exportações, que triplicaram, mas ao mesmo tempo estimulou-se o mercado interno de massas, com políticas de estímulo ao consumo e, por consequência, de aumento da cidadania. A dívida interna caiu em relação ao PIB. A externa, líquida, não existe mais.

Houve, portanto, um corte profundo em relação ao modelo anterior que gerou crises e quebrou o país três vezes. Em sete anos, recuperou-se o poder de compra da maioria da população, o volume de crédito à disposição da população alcançou níveis jamais vistos, com a menor taxa de juros em décadas. Em plena crise mundial, adotamos medidas estratégicas. O programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, poderá, em 15 anos, resolver o histórico deficit de moradia do país.

O país deverá chegar a 354 escolas técnicas no final de 2010, quase três vezes mais que o número existente em 2002; foi resultado de decisão estratégica, que já antevia a necessidade de preparação de mão de obra qualificada para o salto de desenvolvimento no país. O Estado foi fortalecido, e o Brasil ganhou força para enfrentar a crise. O salário mínimo teve um aumento real de 46% desde 2003, influenciando a pirâmide salarial. Para o PT e aliados, é evidente a necessidade de continuar e aprofundar o projeto vitorioso, que deu ao país uma nova feição, com grandes avanços em diferentes setores. O Brasil passou a ser respeitado no mundo graças ao nosso projeto de desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda, preservando os interesses nacionais. O país deixou de ser subserviente aos interesses estrangeiros. Passou a ser ouvido sobre os destinos do mundo.

Para continuarmos o desenvolvimento nacional de forma altiva, o desafio em 2010 é mobilizar toda a sociedade para continuarmos avançando. Consolidar o projeto em curso.

Temos à frente, por exemplo, a obrigação de bem administrar os recursos do pré-sal para garantirmos, pela primeira vez, um desenvolvimento econômico com justiça social. Com o pré-sal o país poderá alcançar um patamar de grande potência, mas é preciso administrar seus recursos sob a ótica do interesse nacional. Por isso o convite à oposição para que apresente sua alternativa de governo. Afinal, em 2010, dois projetos serão cotejados pela população. Esse é o debate que se espera ser realizado de forma civilizada.

Desejamos que 2010 seja um ano de um grande debate político sobre o futuro do nosso país. Que seja um ano de saúde e paz para todos, da situação e da oposição.

Ricardo Berzoini é bancário, deputado federal (PT-SP) e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores

Fonte: www.pt.org.br

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A resposta que o vereador Marcelo Schrubbe (DEM) queria, mas que a grande imprensa não deu.

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NA TRIBUNA: Pronunciamento na sessão do dia 15 de outubro de 2009

Em defesa dos moradores do Horto Florestal o vereador VANDERLEI PAULO DE OLIVEIRA (PT) apresentou imagens da festa do Dia das Crianças realizada no meio da rua pela comunidade. O motivo foi a falta de uma local adequado para o evento. Segundo Vanderlei, o Prefeito João Paulo Kleinübing, doou um terreno para transformar em Associação de Moradores, em 2007, antes das eleições, mas em 2008 retirou o benefício. “Isso não pode ocorrer. Para enganar a comunidade doam o terreno e quando ganham a eleição retiram tudo”, disparou. O parlamentar citou que este é apenas um exemplo das promessas de construção de espaço de lazer no município que não foram cumpridas.

O vereador ainda mencionou que o democrata Jovino Cardoso Neto, reclamou da falta de passeio público e aproveitou para questionar onde está o projeto de calçadas propagado pelo Executivo em material publicitário.

Num outro momento, o vereador usou ironia para lançar o ‘Rally de Blumenau’. Ele disse que a largada será na renovada Praça da Oktoberfest, “porque é preciso largar de um lugar bonito” e acrescentou que a proposta é passar pela rua Amazonas e mais 50 vias do município. Mas avisou aos navegadores para não acessarem as ruas: Capinzal, Araranguá e alertou para tomarem cuidado na rua Oswaldo Schatz, trevo do Sesi, trevo da Mafisa e estreitamento da rua 2 de Setembro. “Está uma vergonha. Está uma barbaridade”, criticou.

Vanderlei ainda anunciou que a administração municipal continua com maldades, tentando destruir e perseguindo servidores e a população. Ele contou ter recebido documentos de pessoas afetadas e disse que irá divulgar a medida que puder. “Por isso não quiseram aprovar o assédio moral aqui”, declarou.

O parlamentar também cobrou respostas da comunidade sobre o projeto de retirada das moradias que foram destruídas e dos entulhos.

Ele se dirigiu ainda aos parlamentares o PSDB, dizendo haver vereador com saudade do estado mínimo. “Esqueceram que deixaram o Brasil quebrado? Que política social vocês apresentaram para o Brasil? Quebraram a classe trabalhadora e alguns usam de retórica para falar do atual governo federal”, disse. Ele relatou que durante oito anos no governo os tucanos enviaram de convênio para Blumenau R$ 20 milhões, enquanto em seis anos, Lula enviou mais de R$ 200 milhões a cidade. “Estão esquecendo da história, mas não dá para esquecer a história do Brasil”, salientou.

Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal de Blumenau

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Lula e FHC

 

Diferenças

 

entre 

 

FHC e LULA 

 

1. GERAÇÃO DE EMPREGOS. MÉDIA MENSAL NO BRASIL:
• FHC: 7.200 por mês
• LULA: 133.363. por mês. + 1, 276%

1.1. EM SANTA CATARINA. ÚLTIMOS 5 ANOS
• FHC.:27.401
• LULA: 70.181

1.2. EM BLUMENAU
• FHC: 1.270
• LULA: 4.414

2. TAXA DE JUROS. SELIC
• FHC: 25,13 – Janeiro 2003
• LULA: 9,25% – Junho de 2009. – 171,6%

3. SALÁRIO MÍNIMO EM DÓLARES
• FHC: De U$ 86,00 em 1995 para U$56,62 em 2002
• LULA: De U$ 56,62 em 2002 para U$ 239,81, em julho de 2009

21062007P00009

3.1 MÉDIA ANUAL DE AUMENTO REAL DO SALÁRIO MÍNIMO
• FHC: 2,43%/ano. 19,5%/ em 8 anos. De R$ 100,00/200,00
• LULA: 10,8%/ano. 65%./ em 6 anos. De R$ 200.00/465,00

4. MÉDIA DA INFLAÇÃO – INPC/ANO
• FHC: 8 ANOS. 73,85% = 9,23%/ano
• LULA: 6 anos. 35,33% = 5,88%/ano. 56.97% menor

5. RECURSOS ORDINÁRIOS PARA BLUMENAU. EXEMPLO ANUAL
• FHC: 2003. 70 milhões
• LULA: 2008. 155,6 Milhões. + 122%. Inflação 35,33 + 86,77

6. RECURSOS TOTAIS DE CONVÊNIOS PARA BLUMENAU
• FHC: 8 anos. Cerca de 20 milhões de reais
• LULA: 6 anos. Cerca de 200 milhões de reais. + 900%

7. MÉDIA ANUAL DOS NEGÓCIOS NA BOVESPA
• FHC:  11.200 pontos
• LULA: 46.333 pontos

8. APOIO AO MICROCRÉDITO PRODUTIVO
• FHC: R$ 602,3. milhões
• LULA: R$ 1,8 bilhão. + 200%

9. RISCO BRASIL
• FHC: 1.439 pontos
• LULA: 270 pontos. 1º de Julho de 2009.
• Chegou a menos de 200 pontos

10. PRODUÇÃO AGRÍCOLA EM TONELADAS/ANO
• FHC: 97,7
• LULA: 145,8. + 49,2%

11. IMPOSTOS E CARGA TRIBUTÁRIA
• FHC: Criou o Seguro Apagão e CPMF
• LULA: Reduziu (desonerou) os impostos de muitos produtos

12. BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL
• FHC: – U$ 8,5 BILHÕES DE DÓLARES
• LULA: + U$ 214,4 BILHÕES DE DÓLARES

13. RENDA DOMICILIAR PER CAPITA
• FHC: 1995/2002. De R$ 345,2 para R$ 342,60. – 0,75%
• LULA: 2003/2008. De R$ 342,6 para R$ 390,40. + 13,95%

14. CREDIBILIDADE EXTERNA DOS PRESIDENTES
• FHC: UM ZERO A ESQUERDA
• LULA: 10

15. INTERVENÇÃO DO PAÍS NA POLÍTICA MUNDIAL
• FHC: Um Presidente insignificante
• LULA: “É o Cara” do mundo

lula

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16. EVOLUÇÃO DO DÓLAR
• FHC: De R$ 0,86 para R$ 3,532
• LULA: De R$ 3,532 para R$ 1,90

17. INVESTIMENTOS
• FHC: 38,2 BILHÕES EM 8 ANOS
• LULA: + de 500 BILHÕES EM 6 ANOS

18. RESERVAS INTERNACIONAIS EM BILHÕES DE DÓLARES
• FHC: Final de 2002. U$37, 652 
• LULA: U$ 201.941. Maio de 2009. + 456%

19. PENDÊNCIA COM FMI
• FHC: 14,7 Bilhões de Dólares
LULA: Livre

20. DÍVIDA COM O CLUBE DE PARIS (EM DÓLARES):
• FHC: 5 bilhões
• LULA: Dívida paga

21. PREÇO DA GASOLINA NO BRASIL
• FHC: Janeiro de 1998 = R$ 0,85. Dezembro de 2002 = R$ 2,25 o litro. + 170% em 5 anos
• LULA: Janeiro de 2003 = R$ 2,25 .Junho de 2009 = R$ 2,50 o litro. 11% em 6 anos
 
22. PREÇO DO SACO DE CIMENTO
• FHC: R$ 20,50 em dezembro de 2002
• LULA: R$ 18,50 em junho de 2009

23. PRIVATIZAÇÕES. ENTREGA DO PATRIMÔNIO NACIONAL
• FHC: CSN, VALE, SISTEMA TELEBRAS
• LULA: Nenhuma

24. AÇÕES DA PF CONTRA O CRIME ORGANIZADO
• FHC: 20 ações em oito anos com 54 prisões
• LULA: 1.568 ações com 10.540 prisões – Até junho 2009

25. PROUNI
• FHC: Zero
• LULA: 541 mil estudantes beneficiados

26. NOVAS UNIVERSIDADES
• FHC: 06 – Trabalhou pela privatização
• LULA: 16 + 110 CAMPIS – Fortalecimento das Universidades Públicas

27. UNIDADES DE ENSINO PROFISSIONAL
• FHC: Zero.
• LULA: 105/214. CEFETs e IFETs

28. UAB – UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
• FHC: Zero
LULA: 560 Pólos instalados

29. POPULAÇÃO NA LINHA DA POBREZA
• FHC: 43,5%. 54,6 MILHÕES
• LULA: 30,3%. 41,7 MILHÕES
– 12,9 milhões de pessoas. Mais de duas vezes a população de SC

30. POPULAÇÃO EM EXTREMA POBREZA
• FHC: 20,5%
• LULA: 11,5%

31. EXPECTATIVA DE VIDA DA POPULAÇÃO
• FHC: 70,4 anos
• LULA: 72,7 anos

32. APOIO A AGRICULTURA FAMILIAR EM BILHÕES DE REAIS/ano
• FHC: R$ 2,4. 2003
• LULA: R$ 13,0. 2009. + 441%

33. SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS
• FHC: 8 anos sem revisão salarial
• LULA: 6 anos com diversas revisões de salário

34. MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
• FHC: Sem nenhuma iniciativa
• LULA: Cria a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. LC 123/06

35. APOIO PARA ACABAR COM TRABALHADORES INFORMAIS
• FHC: Sem nenhuma iniciativa
• LULA: Institui a Lei do Empreendedor Individual. LC 128/2008. 11 milhões de trabalhadores poderão ser regularizados. 170 profissões.

36. PREVIDÊNCIA
• FHC: Diversas fraudes e a criação do Fator Previdenciário. Lei 9876/98
• LULA: Ativa o sistema anti-fraudes e luta para mudar a Lei do Fator Previdenciário. Resgata a dignidade de mais de 20 milhões de aposentados e pensionistas que vivem com salário mínimo, concedendo um aumento real de 65%.

37. BOLSA FAMÍLIA E OUTROS PROGRAMAS
• FHC: Uso assistencial e com poucos efeitos. Aumento da Pobreza. 2,3 BILHÕES. Média de RS 25,00 por usuário.
• LULA: Programas inclusivos que beneficiam mais de 11 milhões de pessoas. Média R$ 97,00 por usuário  do programa.

Fontes: DPF. IBGE. MDA. Caged. Ipea. Site Transparência. MDS. Bovespa.
Assessoria do Gab. Vereador Vanderlei. PT/Blumenau/SC. ANP.

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